segunda-feira, 23 de julho de 2012

What i need?

To be offline... for a time!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Como a PL118 é uma aberração

Não posso deixar de me juntar ao movimento de nuestros hermanos contra a sua equivalente à nossa PL118, que neste caso já se encontra em vigor, a Lei Sinde-Wert.

Como forma de apoio, disponibilizo um link de download de uma música que faz parte de um movimento de desobediência civil como protesto.

labioswert Bájame

A mim, não me convencem!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Um (re)regresso


Se às uns tempos este vídeo navegasse pelos meus ouvidos, estaria em modo introspeto, mergulhado na minha mágoa e na minha dor.

Dores de ignorância, concluo agora! Estupidez, exclamei nesse momento.

Ao contrário desses tempos, hoje ao (re)ouvir esta música, senti o oposto. O momento também se proporcionava assim, onde a exigência se estava a tornar exponencialmente elevada e me restavam dos últimos minutos que tinha até à hora certa para estar com toda a atenção!

O caminho desde o 'passado' foi efectuado de forma diferente, onde o mais suplanta em tudo o 'talvez' e o 'não sei' do momento. Mas acima de tudo, as 'dores' de crescimento abriram olhos e mentes para o que estava errado e o que precisava de mudar. Acima de tudo, mudei o que tinha que mudar, mesmo com toda a dificuldade demonstrada em parte deste caminho.

Um hiato de tempo nunca é um desaparecimento ou adeus definitivo. Foi um momento em que a dedicação foi dada a outros assuntos, a outros momentos, a outras prioridades mais prioritárias e que me envolveram directamente. E dessas prioridades eu tinha que abdicar.

O tempo passou, os pensamentos vão e vêm, mas o conceito, as dores e as alegrias estão cá dentro. E existem sempre pessoas e momentos que ultrapassam todas as coisas más que aparecem no meu caminho. E eu vou guardando as pedras para construir o meu castelo.

Mas a minha fundação, aquela onde me refugio e me protejo daquilo que (ainda) não controlo, é a base do meu castelo.

O tempo passa, mas esta música está tatuada na minha mente. Como recordação de um tempo menos bom, como (re)inspiração em tempos bons. Quem disse que o tempo e a experiência não permite ver as coisas de outra forma e que os maus exemplos não são bons exemplos?

E não RM, não estou de greve...

sábado, 8 de outubro de 2011

Steve P. Jobs (1955-2011)


“Don’t let the noise of others’ opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition.”

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

29/30 - Pearl Jam - Indifference


I will light the match this mornin', so I won't be alone
Watch as she lies silent, for soon light will be gone
Oh, I will stand arms outstretched, pretend I'm free to roam
Oh, I will make my way, through, one more day in Hell...
How much difference does it make
How much difference does it make, yeah...

I will hold the candle till it burns up my arm

Oh, I'll keep takin' punches until their will grows tired
Oh, I will stare the sun down until my eyes go blind
Hey, I won't change direction, and I won't change my mind
How much difference does it make
Mmm, how much difference does it make...how much difference...

I'll swallow poison, until I grow immune

I will scream my lungs out till it fills this room
How much difference (2x)
How much difference does it make (2x)


28/30 - M83 - Midnight City


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Um paraíso...


... ao cimo da terra! Vou voltar cá, de certeza!

domingo, 17 de julho de 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Parabéns Sporting


105 Anos de Esforço, Dedicação, Devoção e Glória

terça-feira, 28 de junho de 2011

(Im)perfeição

Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; 
Repugna-la-íamos, se a tivéssemos. 
O perfeito é desumano
Porque o humano é imperfeito.

Fernando Pessoa

sexta-feira, 17 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Surpresa? Ou talvez não!

Grande parte das vezes existem situações que não são uma inteira surpresa. O comportamento humano, após uma situação emocionalmente forte, faz com que a consciencia siga o seu rumo, sarando as feridas do passado, rompendo com o que magua e mantendo um rumo concreto no sentido da estabilidade e da recuperação de nós próprios.


Puro engano... Nem sempre assim acontece!


E porquê? Porque existem pessoas que ainda julgam que, mantendo a 'raiva' que, num dado momento ou acumulando ao longo do tempo, os levou a tomarem as atitudes ingénuas e infantil que não são nem dignas nem referencia do que se conheceria dessa pessoa e que, na oportunidade de algo melhor, maior, no início do caminho da felicidade (limitado ou não pelo tempo), preferem mostrar o rancor do ferido orgulho próprio, por causas próprias e não consequências de assuntos passados, de uma forma onde essa, e consequentemente quem a acompanha, sairá prejudicada.


Sei que isto não chegará ao destino final, mas o resultado é, unicamente, a ideia concreta da idiotice do comportamento e não a tentativa falhada de imaginar uma réstea de esperança na mágoa alheia num mero olhar num comportamento infantil.


Um olhar vale tudo... A única coisa que resta são estas palavras e o obrigado por provares que eu estava certo e que o fim justificou os meios.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Acaso


Para um, olhar e questão. Para outro, indiferença. 
Para sempre, paixão!



Há momentos, instantâneos, oportunidades que se ganham e que se perdem em momentos únicos, novas oportunidades que nascem, outras que se desvanecem.
Depois há momentos, que sem passado definição ou história futura, se perpetuam na memória e nos registros possíveis.
Por momentos, acredita-se que tudo é possível, não voltar atrás, mas apenas tentar perpetuar uma oportunidade. 


O acaso... a única variável que pode criar ou destruir o momento.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

25/30 - Snow Patrol - Open Your Eyes

Como seria se...

Ao olharmos para tudo o que não possuímos, costumamos pensar: 'Como seria se fosse minha?', e dessa maneira tornamo-nos conscientes da privação. Em vez disso, diante do que possuímos, deveríamos pensar frequentemente: 'Como seria se eu a perdesse?'


Arthur Schopenhauer, in 'A Arte de Ser Feliz'